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domingo, 5 de setembro de 2010

Encomex Mercosul

Boa noite pessoal,


Na segunda-feira, viajei para Porto Alegre. Motivo: participar do encontro Encomex Mercosul, realizado entre os dias 31 de agosto e 1 de setembro. Pretendo, hoje, apresentar breve panorama geral do evento e considerações pessoais acerca dos pontos tratados.

Os Encontros de Comércio Exterior (Encomex) surgiram, em 1997, sob iniciativa da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Secex/MDIC), com o objetivo de prover espaço de encontro entre representantes do poder público e iniciativa privada; buscar soluções e alternativas para problemas no procedimento de exportação, estimular maior participação do empresariado brasileiro no comércio internacional e propiciar seu engajamento no processo exportador são suas motivações.

A 2ª edição do Encomex Mercosul, realizada em Porto Alegre, reuniu participantes de Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Peru, Venezuela, Irlanda, Dinamarca, Suécia, entre outros países. Diversas delegações internacionais, 1100 rodadas de negócios, unindo aproximadamente 150 empresas e 15 stands empresariais caracterizam, parcialmente, essa edição do evento.

O SEBRAE foi representado, na abertura oficial do evento, por Clóvis Masiero, Gerente Setorial da Indústria do Sebrae/RS; Iuri Andrade e Luciana Pecegueiro, analistas da Unidade de Acesso a Mercados do SEBRAE Nacional, palestraram sobre temas relativos a comércio intrafronteiriço e a inteligência comercial, respectivamente. Minha participação foi mais discreta. Acompanhei palestras, representei o SEBRAE em seu stand e tomei parte em um evento paralelo sobre integração produtiva.

A proposta do Encomex Mercosul é inegavelmente relevante para o compartilhamento de informações acerca de comércio exterior e para o processo de integração regional. Acredito, porém, que mudanças em sua fórmula são essenciais para a consecução de sua missão. O foco do evento atrai grande número de estudantes; a participação de empresários, por sua vez, precisa, ainda, ser incrementada. O formato de seminários pouco dinâmicos e a falta de incentivos à participação ativa da platéia são empecilhos a maior presença do empresariado nacional.

O evento, de forma geral, foi bastante proveitoso. Compreendi a importância de espaços de networking para a criação de projetos conjuntos, apreendi procedimentos para construção de grupos de trabalho em prol de objetivos comuns, identifiquei pontos interessantes relacionados ao comércio exterior e verifiquei o impacto de stands institucionais para o atendimento de públicos específicos. Maiores informações são oferecidas por Welber Barral, Secretário de Comércio Exterior do MDIC: http://www.youtube.com/watch?v=OZ1cOfeTbbM

Arrivederci.

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