Boa tarde!
Preciso de ajuda! A proposta a mim feita por Paulo Volker de criar um modelo de análise de parceiros, com o qual a UAIN pudesse verificar a importância de determinada instituição para o SEBRAE e o modo como a relação está estruturada, ainda é um desafio. Consegui pensar em variáveis importantes, mas acredito que novas idéias são interessantes para a consolidação do trabalho. Por este motivo, proponho, hoje, uma maneira diferente de abordagem em meu post, em que vocês serão os responsáveis pelo incremento intelectual. Mais importantes que minhas considerações no desenvolvimento desta redação, portanto, serão os comentários por vocês elaborados. A participação de vocês contribuirá para o processo de inteligência do SEBRAE e será passo importante para a construção de modos de gestão em que intervenções diversas sejam absorvidas na estruturação de modelos internos de análise. O que vocês acham?
Gostaria que vocês refletissem sobre as seguintes questões (as frases entre parênteses servem apenas para instigar o pensamento):
1. O que permite considerarmos determinado país como relevante à atuação do SEBRAE? Há países com que o SEBRAE deve priorizar o relacionamento? Por quê?
(A existência de instituições congêneres ao SEBRAE, clara definição de MPEs, elevado IDH ou PIB per capita, por exemplo, podem ser consideradas variáveis importantes? Em que sentido?)
2. Que características permitem ao SEBRAE qualificar determinada instituição? Há parceiros de maior qualidade que outros? Como isso pode ser calculado?
(Instituições de maior orçamento, abrangência, transparência na gestão, força política e efetividade na realização de projetos, por exemplo, são mais qualificadas? Que escala e indicadores devemos utilizar? Maior qualidade é pré-requisito para maior interação do SEBRAE? Enfim, o que é mais relevante ao SEBRAE, relacionar-se com instituições mais qualificadas ou de maior importância à sociedade; como diferenciá-las?)
3. O que faz certa entidade ser mais importante para o SEBRAE do que outras? Por que alguns parceiros são mais estratégicos? Como verificar diferentes graus de importância?
(Prover recursos, possibilitar aprendizagem, manter projetos em conjunto, contribuir com o fortalecimento da imagem institucional são variáveis importantes? Por quê?)
4. Como analisar a maneira como está estruturado o relacionamento entre SEBRAE e determinado parceiro? O que podemos verificar como pontos fundamentais na relação entre instituições?
(Tempo, intensidade, formalidade no relacionamento são importantes? A eficácia do parceiro na execução dos projetos conjuntos, seu tempo de resposta e a afinidade entre membros devem ser considerados?)
O post é de vocês! Espero com isso proporcionar maior interatividade no blog e debates importantes à gestão do conhecimento no SEBRAE. Cada contribuição aqui será muito bem-vinda. Conto com vocês!!
Arrivederci.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEu vou tentar contribuir, corrija-me se estiver errada ;)
ResponderExcluir1 - Acho que temos dois tipos de parceiros relevantes: Países que possuem TAE (taxas anuais de empreendedorismo) altas, devem ser considerados parceiros pois nós podemos contribuir muito com nossa expertise.
Países desenvolvidos, também podem ser ótimos parceiros, nos auxiliando em questões de inovação.
Há também os países visinhos, como os do MERCOSUL, que são importantes para nossa atuação no continente.
2 - Ao avaliar a instituição, acho que o SEBRAE tem que considerar qual a capacidade dela de se tornar um "guarda chuva" de MPE's, entende? Há instituições que fazem todo processo produtivo e não tem interesse no desenvolvimento local.
3 - Verificando qual interesse daquele parceiro no desenvolvimento das MPE's, há aqueles muito capitalistas que não tem esse interesse. Além disso, deve-se atribuir muita importância as entidades que podem contribuir intelectualmente para o SEBRAE, que tem focos de estudo parecidos com os Nossos. Por fim, as instituições que promovem eventos que são de interesse do SEBRAE no contexto de sua missão. O que acha?
4 - Acho que, na relação entre os parceiros, todos os itens que você falou são importantes. Mas é muito difícil determinar indicadores fixos para isso. Porém acredito que a Afinidade de Atuação do parceiro, com relação ao SEBRAE é importantíssima.
olá Eduardo. paz.
ResponderExcluirPrimeiramente uma observação:
- o seu Blog não pode ser acessado por seus colegas (Loreane), foi uma regra estipulada desde o início e a Coordenação precisa ser comunicada deste fato;
Em segundo:
Provavelmente a partir de setembro o seu Blog será acessado e comentado por seu Tutor, seu Orientador Pedagógico, a Coordenação e os Gerentes das Unidades por onde você passar até 2011.
Em terceiro, pelo menos, interessante sua forma de se suprir de "dicas" através do repto lançado e responsabilizando todos nós como colabores de sua ideia na criação de um modelo de análise de parceiros...
Cada uma das suas 4 questões podem e vão gerar uma quantidade imensa de informações e dados a serem analisados e tabulados por você.
Foram muito perspicazes suas questões e se respondidas por todos que puderem acessar seu Blog darão um cabedal de respostas ímpares.
Vamos aguardar para ver o que vai ocorrer.
big abraço. ivan lopes - blogueiro
Opa Eduardo,
ResponderExcluirAí vai, espero poder colaborar:
1. antes de pensar se um país é relevante devemos pensar no nosso objetivo: de acordo com os objetivos e metas do SEBRAE, quais países fornecem maior aporte de inteligência para chegarmos àquele fim?
2. Para esta questão retomo a anterior. Segundo os obj do Sebrae quais são mais importantes? Não deveríamos ainda considerar quais instituições o SEBRAE mais pode ajudar? Não apenas obter ajuda mas também passar conhecimento e tecnologia, para quais outras entidades somos mais importantes? o que temos que eles querem?
3. Idem da ideia anterior
4. Como analisar o relacionamento: acordos de cooperação X visitas X troca de informação por vias formais. O tempo às vezes pode ser interessante, mas creio que num relacionamento pragmático e numa sociedade dinâmica como temos hoje esse fator é de menor importância.
Abração Eduardo!
Hugo Roth Cardoso
ichdenkeanetwas.wordpress.com
Aí vão minhas considerações:
ResponderExcluirLá no Núcleo de Relacionamento Institucional da Uari o que facilita muito na busca de parceiros é ter um objetivo-motor. No nosso caso, esse objetivo que direciona a busca por parcerias é a meta 2 do Sebrae de alcançar 1 milhão de empreendedores individuais.
Com isso, podemos, a partir de pesquisas que indicam em qual faixa está o público potencial, escolher o parceiro adequado.
Por exemplo, foi identificado que o mundo da beleza (manicure, cabelereiros, maqueadores etc) possui 10% dos potenciais empreendedores individuais. Então, fizemos parceria com a empresa de cosméticos Jequiti.
Em suma, eu acho que há dois caminhos para elaborar um modelo de análise:
1 - A partir das metas mobilizadoras e públicos que possam se tornar multiplicadores;
2 - Ir atrás de congêneres das instituições que configuram o CDN. Por exemplo, procurar o orgão congênere da CNI, da Caixa, do BB, do CNC etc.
Espero ter ajudado!
Abraços,
Pedro Valadares
Para mim, o que pesa nestas parcerias são as trocas que podem ser feitas, mas com uma visão pragmática, conforme sugerido pelos colegas, ou seja, tendo em vista os objetivos do Sebrae, e em especial as metas mobilizadoras.
ResponderExcluirComo exemplo disto, e puxando a sardinha para o projeto que trabalho, vendo a atuação do SBA, o similar americano, eu pude extrair algumas dicas de projetos e iniciativas que poderiam ser implementadas no Brasil, para o aumento da participação das MPE nas licitações. Algumas inclusive têm sido já aplicadas, no contexto da Lei Geral.Há até um estudo que consultei: O universo da Pequena Empresa nos Estados Unidos da América, feito pelo Sebrae de MG, que embora desatualizada, ajuda a mapear as diferenças e contribuições.
E agora pensando sobre o assunto, ajudar a ver como é importante termos uma sistemática de avaliação de parcerias, não só as internacionais...depois de feito, divulgue para todos do Nacional! E boa sorte!